XHTML significa eXtensible HyperText Markup Language e é uma especificação de documento para internet publicada pela W3C (World Wide Web Consortium) em 26 de Janeiro de 2006, e revisada em 1 de Agosto de 2002 [4].

Esta especificação é uma reformulação do HTML 4 como uma aplicação XML 1.0 (eXtended Markup Language). Seu objetivo é dar continuidade à evolução dos documentos de hipertexto para internet, substituindo completa e gradativamente o HTML 4 [4].

O HTML 4 é uma aplicação SGML (Standard Generalized Markup Language), publicada em conformidade com o Padrão Internacional ISO 8859, e foi por muito tempo o padrão definido para a publicação de documentos para internet [4].

SGML é uma linguagem para descrever linguagens de marcação, utilizada particularmente em documentos eletrônicos. Sua publicação foi feita por volta de 1980 e tem-se mantido estável desde então [4].

O XHTML possui uma série de vantagens em relação ao seu antecessor, como por exemplo a possibilidade de ser melhor manipulado por aplicações, e melhor interoperabilidade entre vários dispositivos de renderização. Contudo, ele deve obedecer uma série de regras que o validam como uma aplicação XML, como por exemplo: separar a camada de apresentação da camada de estrutura, escrever as marcações e atributos desta todas em minúsculo, entre outras.

É importante ressaltar que tanto o HTML quanto o XHTML não são linguagens de programação, e sim de marcação. Documentos XHTML podem ser escritos em qualquer editor de textos ASCII.

O XHTML conta com três DTDs (Document Type Definition) publicados: Transitional, mais flexível à erros; Frameset, utilizado em documentos que contém frames (quadros); e Strict, que não aceita erros em sua sintaxe. Atualmente o XHTML está na versão 1.1 (versão 1, revisão 1), considerada Strict por definição.