Nota: Quer mais textos sobre o assunto? Então conheça meu blog, o Praticamente Inofensivo!
Dizem que a vida é feita de pequenos prazeres. Um pôr-do-sol acompanhado de uma pessoa querida, aquela reunião com os amigos depois do trabalho na sexta, as primeiras palavras do seu filho, saborear um prato que tem sabor de lembrança de infância. Hoje, posso afirmar com certeza que ir para o cinema e ver um filme da Pixar faz parte destes pequenos prazeres que compõe a vida.

Em seu 8º trabalho consecutivo bem sucedido, a Pixar nos apresenta Ratattouile (se pronuncia Ratatui) um filme perfeito em todos os sentidos: uma história simples, como daqueles filmes da Disney (inclusive com lição de moral) mas com um roteiro bem desenvolvido, que não ofende sua inteligência. Também tem uma trilha sonora impecável, além, é claro, de CGI absurdamente bem acabado e realista, mesmo os personagens sendo cartunescos.
Antes de iniciar o filme, já somos brindados com um já habitual curta metragem, Quase Abduzido. É muito engraçado, não percam de jeito nenhum!
Na história, somos apresentados a Remy, um rato com um paladar e olfato muito desenvolvidos. Ele e o resto do seu ninho habitam um sítio pertencente a uma velhinha que adora cozinhar e é espectadora assídua do programa do Chef Gusteau, dono de um dos melhores restaurantes de Paris. Gusteau acaba influenciando Remy com seu lema, "qualquer um pode cozinhar", e este passa a acreditar que também pode.
Devido a um choque com a dona do local, Remy e seu bando fogem, mas o nosso pequeno protagonista é separado dos seus amigos e acaba se perdendo. Após esperar e vagar pelos esgotos, é convencido pela fome e pela alucinação de um simpático Gusteau a subir para a superfície, e lá descobre que está na Cidade-Luz, Paris. Ele descobre que está muito próximo do Restaurante do seu ídolo, o Gusteau's.
Ao ver o jovem e recém-contratado faxineiro Liguini estragar uma sopa, Remy se desespera, e acaba caindo na cozinha. Depois, acaba fazendo um acordo com o desengonçado rapaz, para finalmente realizar seu sonho de se tornar Chef e preparar os melhores pratos de Paris, a contragosto de Skinner, o sub-chefe que assumiu o restaurante após a morte do Gusteau e que pretende usar a fama do ex-patrão para lançar uma série de pratos fast-food.
O filme é bastante completo, tendo comédia, ação, aventura, pitadas de romance, drama familiar e jornada de auto-descoberta. No final do filme, somos brindados com um dos mais perfeitos monólogo que já vi. Recomendo este filme completamente. Não perca tempo, vá assistir este filme assim que puder, garanto que não irá se arrepender.
O diretor Brad Bird merece palmas. Acredito que desta vez ele se superou. A primeira animação que ele dirigiu que assisti foi O Gigante de Ferro. Além de vários outros trabalhos, também destaco Os Incríveis, também da Pixar.
Abraços a todos!
Nota: Gostou deste post? Então conheça o meu outro blog só deste assunto, o Praticamente Inofensivo!
copyright © Marcus VBP, Todos os direitos reservados
Permitida a cópia desde que citado a fonte. [Política de Privacidade]
Powered by Drupal CMS.
1. Crítica: WALL-E | Praticamente Inofensivo*
Enviar novo comentário