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Eu falei aqui sobre seriados que assisti e assisto. Mas não posso encerrar o assunto sem falar de outro tipo de série que eu assistia bastante na minha infância e adolescência nerd, nos longínquos anos 80/90, os desenhos animados. :-)
Cresci assistindo desenhos animados. adorava todos, em todas as categorias. Um dos mais divertidos, e de certa forma até importante para mim foi Caverna do Dragão, como era chamado aqui o desenho Dungeons & Dragons (nome do famoso RPG homônimo). Pode-se dizer que ele foi o culpado por me arrastar para o caminho sem volta dos jogadores de RPG :P.
Clique na imagem para ver a abertura do desenho no Youtube.
O desenho nunca teve o último episódio produzido, e rolava um HOAX (boato de internet) de que no último episódio mostraria que as crianças estavam mortas e no inferno, e que Uni, Mestre dos Magos e o Vingador eram o capeta, que ficava enganando elas. E o Tiamat, o dragão de 5 cabeças na verdade era um anjo querendo salvar as crianças. É óbvio que um final nem um pouco infantil deste era falso.
No verdadeiro final, as crianças libertavam o vingador da sua maldição e tinham a opção de voltar ao mundo delas ou ficar e ajudar a erradicar o mal daquele lugar. A série terminava em aberto.
Outro desenho muito divertido, que nem é tão antigo assim, foi Gárgulas ( Gargoyles ). O desenho tinha um formato pouco convencional para os desenhos ocidentais, se comportava como uma série, com começo, meio e fim, e os personagens iam se desenvolvendo à medida que a série ia avançando. O desenho não tinha pontas soltas na história, todas as pontas foram amarradas até o final da série.
Clique sobre a imagem para ver a abertura do desenho.
O desenho tinha outro mérito, que era inserir a mitologia da série (a existência de raças místicas, sendo uma delas os gárgulas) na mitologia de diversos povos da terra, sem que isso não ficasse forçado.
Johnny Quest foi outro desenho que me fazia ficar religiosamente com a cara na telinha. Era o máximo ver aquela família viajando o mundo, desvendando mistérios antigos e enfrentando tiranos e cientistas loucos.
Alguns anos depois, o desenho teve uma atualização, e ficou ainda melhor. O desenho ganhou uma cara mais moderna sem destruir o conceito original. Outra coisa legal era que na época eu já começava a me interessar por bobagens como Atlântida, Triângulo da Bermudas, Croatan, reencarnações, etc. E os roteiros do desenho abordavam essas lendas, e eu adorava! Ainda hoje, eu adoro o tema de abertura da série.
Clique sobre a imagem para ver a abertura da série clássica. Ou clique aqui para ver a abertura da série dos anos noventa.
Não posso me esquecer de Thundercats. Esse desenho provavelmente é responsável por um dos “gritos de guerra nerd” mais populares, ao menos no Brasil. Quem cresceu durante a década de 90 assistindo aos Gatos do Trovão lutando contra Mun-Rá no Terceiro Mundo (seria uma alusão ao nosso Terceiro mundo), já gritou ao menos uma vez com os amigos, Thundercats! Hoooooow!, hahaha ;).
Uma coisa que me chamava a atenção na época e também chama atenção hoje, é que, juntamente com He-man, a anatomia dos personagens em geral era muito bem feita e detalhada, diferente da maioria de desenhos de ação de hoje, que são bem estilizados. Sei que em He-man, eles costumavam usar um modelo humano para deixar a musculatura fiel, mas não sei afirmar se o mesmo era feito com Thundercats.
Clique sobre a imagem para ver a abertura do desenho.
Outra curiosidade, é que a personagem Cheetara aparece nua “em pêlo”, no primeiro episódio da série. Se você não se lembra, pode clicar neste link e ver uma série de imagens da cena :-).
Eu estou citando apenas estes, mas na verdade eu assistia tantos desenhos que daria para preencher uns 30 posts, um sobre cada desenho. Via todos os desenhos que provavelmente fizeram parte da vida de todos: todos os desenhos da Hanna Barbera (incluindo aí Tom e Jerry), os desenhos dos Looney Toons e sua divertida versão dos anos 90 Tiny Toons, o já citado (mas não detalhado) He-man, Cavalo de Fogo, Esquadrilha Maluca, Silver Hawks, Os 6 Biônicos, Animaniacs (aliás, era um desenho divertido pacas, especialmente os pombos mafiosos, e a gata e o cachorro fugitivos), Histeria…
Foi então que eles chegaram, com seus olhões, golpes epilépticos exagerados e frases de efeitos sem sentido. E dominaram completamente as crianças, virou uma verdadeira febre. Especialmente um deles, Cavaleiros do Zodíaco.
Pode parecer estranho, já que eu gostava tanto de desenho, mas naquela época (e nem hoje, diga-se de passagem) eu não gostei de CdZ(Cavaleiros do Zodíaco). Não sei dizer qual foi o motivo para eu não gostar do maior desenho de sucesso da época.
Contudo, havia outro anime (como popularmente são camados os desenhos japoneses) bem descerebrado que eu adorava, e eu tive a oportunidade de rever recentemente, na TV à cabo, Yuyu Hakusho. Conta a história de Yusuke, um garoto briguento que morre ao salvar uma criança de um atropelamento. Como ele morreu fazendo uma boa ação, ele teve a chance de voltar a viver. Depois, ele ele se torna um Detetive Espiritual, a serviço do Mundo Espiritual, e passa a investigar qualquer ação sobrenatural não autorizada no mundo humano.
Clique sobre a imagem para ver a abertura do desenho.
Esse fiapo de plot só servia para sustentar situações cômicas e/ou lutas entre os personagens (como é comum nesse gênero de anime). É só desligar o cérebro e curtir ;).
É interessante para mim pensar no motivo de sucesso dos animes. Acredito, que um dos motivos seja o fator novidade (lembrem-se, estou falando do passado, quando desenhos japoneses eram novidade). Outro também é o modelo de desenvolvimento da história. Enquanto que nos cartoons (como são chamados os desenhos nos EUA), na maioria do casos, a história não evoluía, nos animes, ela está sempre mudando. Os personagens estão sempre evoluindo, crescendo, mudando, assim como seus tele-espectadores. Os jovens se identificam melhor com alguém com defeitos e fraco, mas que vai se aprimorando, do que com a imagem do herói perfeito.
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[ UPDATE 16/03/07 ] Eu estou editando os posts sobre seriados, inserindo links para as aberturas das séries. Mas parece-me que depois de Lost, nenhuma série
mais tem abertura, apenas uma animação com o logo... Por isso estou inserindo clipes de episódios.
Beleza, hoje voltaremos a falar daquele papo leve de seriados ;).
Há um momento em nossas vidas que temos de relegar pequenas distrações e prazeres em detrimento de coisas importantes. Parei de ver TV com freqüência quando comecei a trabalhar o dia todo, e reduziu ainda mais quando comecei a estudar à noite.
Mas houve um momento em minha vida televisiva que foi um divisor de águas, um marco, chamado internet banda larga. Finalmente, poderia voltar a acompanhar séries.
Muitas pessoas pensam que baixar seriados por download é ilegal, e eu também eu pensava isso. Felizmente, as distribuidoras dos principais seriados tiveram um momento de inspiração divina e divulgaram que não é ilegal baixar episódios de seriados.
É uma escolha lógica, pois eu e um monte de gente que conheço jamais se tornariam fãs (e com isso, potenciais compradores de penduricalhos e DVDs) de alguns seriados se não fosse a internet. Além do mais, é impossível ser 100% eficaz (duvido até que seja impossível ser 50% eficaz) contra a pirataria.
Então, de consciência limpa (não que isso fosse me impedir, heheheh ;)) e de internet banda larga (nem tão larga assim) pude voltar a assistir seriados, mas eu não comecei simplesmente a baixar episódios a esmo. Estava esperando aparecer um seriado que me chamasse a atenção pelo roteiro. Então, apareceu Lost.
Lembro-me bem da primeira vez que ouvi falar do seriado, no site Omelete, sobre um grupo de pessoas que sofrem um acidente de avião e ficam presos em uma ilha deserta. Pensei comigo mesmo, aff, já não basta suportar reality shows estilo survivor, teremos que aguentar a versão novelesca do mesmo?
Depois, li outra notícia, e vi que tinha um misterioso monstro que devorava os sobreviventes, e pensei: opa, está começando a ficar interessante! ahuahuahuahuhuah ;).
Clique na imagem para ver um vídeo promocional do primeiro episódio da terceira temporada.
Sou um grande fã de seriados de mistério, e Lost foi um prato cheio. Comecei a assistir pela TV (sim, eu faltava aula ou chegava mais cedo para poder ver), mas logo, a ânsia de ver novos episódios rapidamente, me fizeram procura-los na Internet. Cheguei até ter um esqueminha agendado: O episódio inédito sai nas Quartas-Feiras nos EUA, e por volta de meia noite já estava disponível para download via bittorrent. Eu deixava a noite toda baixando, e no dia seguinte, a legenda já estava disponível logo cedo, e eu assistia ao episódio durante o café da manhã, antes de ir para o trabalho. Mas isso foi antes da grande perseguição da Justiça aos fazedores de legenda.
Atualmente Lost está na terceira temporada. Ultimamente tenho visto muitos fãs antigos descontentes com o seriado, pois ele não estava apresentando solução para mistérios que apareciam, ou com a queda de qualidade. Eu entendo como eles se sentem, mas eu não consigo ficar assim, pois entendo claramente que nem todos os episódios podem ter o mesmo ritmo e/ou qualidade. São vários roteiristas que escrevem Lost, e me parece que alguns preferem um ritmo mais lento, enquanto outros preferem reviravoltas ou ação. Enfim, estilo de cada um.
Sobre as respostas que nunca vêm, a única coisa que se pode fazer é esperar. É cansativo às vezes, especialmente quando aparecem novos mistérios e os antigos são deixados de lado, mas seria muito pior se todos os mistérios fossem resolvidos em poucos episódios. Deixaria muitas pontas soltas.
Enfim, Lost foi um marco para o seriados, e abriu espaço para mais seriados dramáticos no mesmo formato. Um prato cheio chamado Heroes, que trata de algumas pessoas comuns que descobrem que possuem habilidades extraordinárias.
O seriado é divertidíssimo, e se você é fã de super-heróis e revistas em quadrinho, não tem como não se identificar.
Um dos personagens mais queridos por todos, inclusive por mim é o Hiro Takamura, interpretado pelo ator/programador/designer 3D Masi Oka. O cara, na vida real é (além de ator) programador da Microsoft e também designer da Industrial Lights and Magics, a indústria de efeitos especiais de George Lucas!
Clique na imagem para ver um vídeo promocional do terceiro episódio da primeira temporada.
A série também possui personagens interessantes que não possuem poderes, como o Sr. Bennet, pai adotivo da gracinha da Claire (ela possui o poder de regeneração, foto abaixo) e que trabalha em uma agência que caça sobre-humanos. Mas os reais objetivos desta organização não ficaram claros.

Temos também o professor Mohinder Suresh, que apesar de pouco popular entre os fãs melhorou bastante nos últimos episódios. Ele veio da Índia em buscas de respostas do assassinato do seu Pai, Chandra Suresh, um geneticista que formulou a teoria de que existira pessoas com poderes especiais.
Menções honrosas ao Ando, o parceiro meio tarado de Hiro ;).
O principal inimigo desta temporada é Sylar, um sujeito com o poder de entender como os poderes dos outros funcionam. Então ele abre suas cabeças e faz alguma coisas com seus cérebros (aprecio a idéia de que ele os come) e então fica com os seus poderes. Mas também existe os que estão tentando impedir que uma bomba nuclear destrua Nova York nas próximas semanas. E a Agência em que o Sr. Bennet trabalha está começando a causar transtornos, apesar de que seus reais objetivos não estão claros.
Outro seriado que eu aprendi a gostar foi Supernatural. Inicialmente, comecei a baixar este seriado apenas para me entreter nos hiatus (intervalos entre os episódios, que algumas vezes pode ter semanas ou meses) das outras séries. Mas eu acabei gostando dela, especialmente depois do final da primeira temporada, que foi fantástico. Atualmente na segunda temporada, a série aumentou consideravelmente de qualidade em relação à primeira temporada.
A série conta a história de dois irmãos, Sam e Dean Winchester. Quando o Sam era apenas um bebê de 6 meses de idade, sua mãe foi morta e sua casa pegou fogo. A causa disso foi uma entidade. Foi por causa disso que o pai das crianças se tornou um caçador de seres sobrenaturais, levando as crianças consigo.
Clique na imagem para ver um vídeo promocional da segunda temporada.
Depois, o irmão mais novo, Sam, resolve abandonar a mal remunerada profissão de caçador e tentar entrar para a faculdade de Direito. Sua vida caminha bem, ele está se dando bem com a faculdade e tem uma namorada. Então, seu irmão mais velho, Dean, reaparece, informando que o pai deles desapareceu investigando o responsável pela morte da mãe deles e que precisava da ajuda de Sam para localiza-lo.
Inicialmente Sam se nega, diz que tem uma vida muito diferente agora. Mas então sua namorada é assassinada exatamente da mesma forma que sua mãe, então, ele resolve partir com seu irmão, em busca do seu pai, de respostas e de vingança.
Durante o seriado, eles investigam todo tipo de lenda urbana, incluindo a famosa loira do banheiro ( bloody Mary lá pelos EUA). O que eu acho legal neste seriado é que eles conseguem ter cômicos e mesmo em momentos mais sérios, sem isso parecer idiota. Por exemplo, é divertido ver como os irmãos vão fazer para se aproximar de testemunhas sem dizer “oi, nós somos caçadores de demônios e queremos fazer algumas perguntas”. Eles já se disfarçaram de padre, agentes federais, detetives, amigos da vítima, repórteres… Algumas vezes eles são dão mal com isso, especialmente quando são descoberto pelas autoridades.
Finalizando, também tenho que falar de Jericho. Esta foi mais uma série que eu resolvi conhecer durante os hiatus das séries principais, e acabei gostando, apesar de que é a minha menos preferida.
Jericho refere-se a uma pequena cidade, localizada no centro dos EUA, que fica isolada do resto do país e do mundo, depois que os EUA sofrem um ataque nuclear massivo. O drama se desenvolve neste cenário, com a cidade e seus habitantes tendo que se preocupar com questões como mantimentos, energia, eventualmente encontrando com refugiados, e também com eventuais saqueadores ou mercenários.
Clique para ver um vídeo promocional de Jericho.
Jericho também tem seus mistérios. Temos o personagem principal, Jake, filho do (agora ex) prefeito de Jericho, que passou anos fora da cidade e retornou um pouco antes das bombas explodirem. Durante o tempo que ele esteve fora, ele fez parte de um grupo de mercenários chamados Ravenhood, e participou da guerra no Iraque.
E também tem Robert Hawkins, que mudou-se recentemente à Jericho com sua família, comprando a casa com dinheiro vivo. Ele se apresentou à polícia local como voluntário, informando que era policial em Nova Orleans. Mas na verdade, seu passado real ainda está aparecendo. Aparentemente ele faz parte de uma organização que pode está envolvida de alguma forma com os ataques nucleares.
Jericho está atualmente no episódio 15 da primeira temporada, e seu nível está melhorando bastante. Os primeiros episódios eram muito lentos, agora a série está mais dinâmica.
São estes os seriados que eu estou assistindo. Me falam bastante bem de Dexter, mas confesso que nunca vi nenhum episódio. E não gostei nem um pouco de Smallville (ou pequenópolis, para o SBT). Quais os seriados que vocês curtem?
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[ UPDATE 16/03/07 ] Adicionei links para as aberturas das séries, basta clicar nas imagens.
Este post era para ser sobre os seriados que eu acompanho, mas como falar apenas dos seriados que assistia ficou gigante, resolvi escrever em duas partes.
Desde pequeno eu gosto de seriados. O grande culpado foi Arquivo X, que comecei a assistir na terceira temporada e não parei até o fim, para o bem e para o mal.
Digo para o mal porque, no final, a partir da oitava temporada, a qualidade dos episódios caiu muito. Além disso, Naquela época eu me tornei muito crédulo, o que não é uma coisa saudável. Contudo, como quase tudo na vida é um processo, hoje sou uma pessoa cética, em grande parte eu não apenas absorvia aquela desinformação, mas também pesquisei sobre elas. ;)
Clique sobre a imagem para ver a abertura da série.
Enfim, Arquivo X acabou, e eu passei um bom tempo sem ver séries, por vários motivos: era dependente da TV aberta (território das novelas, filmes dublados e programas de auditório dominicais), depois passei a estudar a noite.
Passei a assistir esporadicamente séries como Jornada nas Estrelas – A Nova Geração, Buffy, Angel, e outras séries.
Comentar Jornadas nas Estrelas – A Nova Geração
é bobagem: A série é muito boa, provavelmente a melhor depois da série clássica, da qual sou fã.
Comecei a assistir Buffy e depois Angel
para passar o tempo. As séries eram divertidas se você as levasse despretensiosamente. Lembra bastante o ritmo de uma história em quadrinhos para super-heróis, só que com vampiros (e que vampiros feiosos), caçadores e demônios :P
Então apareceram dois seriados ótimos, que me fizeram voltar a remarcar compromissos, sair cedo da aula, ficar no final de semana em casa para ver a reprise.
Firefly foi uma série da Fox, criada por Joss Whedon, o mesmo criador de Buffy e Angel. Era uma série de ficção científica muito boa: no futuro, quando a vida na Terra tornou-se insustentável, a humanidade se espalhou pela galáxia. Existia planetas tecnologicamente avançados no centro, que faziam parte da Confederação. E havia os planeta periféricos, mais atrasados tecnologicamente (em vários estágios; alguns eram estilo faroeste, outros como a Renascença, e assim por diante). Então houve uma guerra entre os confederados e não-confederados, sendo que os não-confederados perderam.
Na história, vemos o dia-a-dia de uma nave cargueira com uma tripulação inusitada (dois ex-combatentes da Guerra Confederada, um médico com uma irmã louca fugitiva do governo, uma acompanhante de luxo, um padre misterioso, um mercenário, uma mecânica e o piloto temerário) que vive no limite da Confederação e a periferia, realizando trabalhos nem sempre dentro da lei.
O seriado tinha histórias muito boas, e duas coisas se destacavam. A primeira era que, apesar de ser um cenário de ficção científica, não existiam raças alienígenas, apenas alguns boatos nos planetas, como se fossem lendas urbanas. Acho que o Joss Whedon enjoou do cheiro das máscaras de latex enquanto fazia Buffy/Angel, ahahahah ;)
A outra coisa que era espetacular era a beleza da atriz brasileira Morena Baccarin, que interpretava Inara, a acompanhante de luxo. Mesmo que o seriado fosse uma porcaria, valia a pena assistir o seriado por ela :D.
Clique sobre a imagem para ver a abertura da série.
Infelizmente, apesar do seriado ter sido bem recebido pela crítica, Firefly não rendeu uma boa audiência, o ele só teve apenas 11 episódios, deixando todos os fiéis fãs órfãos.
Em Setembro de 2005 estreou o filme do seriado, chamado Serenity, com apenas 50 milhões de dólares de orçamento, mas que foi sucesso de público e de crítica. E infelizmente eu ainda não pude assisti-lo :(.
Outro seriado muito bom que passava na mesma época era John Doe, estrelado por Dominic Purcell.
John Doe conta a história de um cara (Dominic Purcell), que acorda pelado em uma praia sem saber absolutamente nada sobre o seu passado. Contudo, ele passa ter conhecimento sobre tudo que se pode imaginar. Toda a informação da humanidade. Praticamente uma Wikipédia viva :D.
Como o cara não sabia nem o próprio nome, resolveu se batizar como John Doe (é uma expressão equivalente ao nosso zé ninguém), e passa os episódios tentando descobrir quem é ele.
Clique sobre a imagem para ver a abertura da série.
Naturalmente, ele se aproveita do conhecimento que ele possui: ganha algum dinheiro com a bolsa de valores, arruma um emprego como pianista em um bar, passa a ajudar a polícia como “sabe-tudo”.
O seriado tinha uma grande dose de mistério, com uma organização misteriosa que aparentemente está por trás de tudo, que utilizava de linguagem dos sinais para se comunicar entre seus membros de forma discreta (bem interessante a idéia).
Infelizmente este foi mais um seriado com uma idéia muito boa, mas que também não vingou, e rendeu apenas 22 episódios (uma temporada).
Notei que este texto está grande demais. Vou parar por aqui, por enquanto. Falei apenas dos seriados que eu assistia antigamente. Em breve escreverei sobre a era moderna dos seriados :P.
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