Salve amigos.
Há 13 dias atrás, escrevi uma nota no site, informando que eu iria implementar um novo serviço de monetização do Buscapé, chamado Dynabox.
Seu funcionamento é muito parecido com o Hotwords, que atualmente é o segundo serviço que mais rende neste pobre, porém limpinho blog.
O diferencial é que o Dynabox imprime mais palavras-chave que o Hotwords, além de pagar R$ 0,25 por clique, em vez dos parcos R$ 0,08 pagos pelo Hotwords. Ou seja, a possibilidade de encher o rabo de grana obter um bom retorno parecia concreta.
Ledo engano, pois neste caso, as diferenças pesaram muito mais que as semelhanças. Em 13 dias, o negócio não rendeu um único centavo sequer, enquanto que aquela vitrinezinha do Boo-box ali do lado, rendeu (pouquíssimo, mas rendeu). Dado o destaque que eu dei ao Dynabox, eu esperaria justamente o contrário.
Bom, e quais são os pontos negativos que fizeram toda a diferença no fracasso desta ferramenta? Direi abaixo, mas antes eu preciso ressaltar que o valor pago de R$ 0,25 é pelo clique loja, ou seja, o visitante clica no anúncio, vai a uma página do Buscapé, e se o visitante clicar em algum link de produto, aí sim, você ganha sua parte. Bom, isso não impede que o Boo-box gere grana, então também não deve ser um dos pontos que levou o Dynabox ao fracasso (ao menos neste blog).
Acredito que o primeiro e decisivo ponto para o Dynabox seja sua (falta de) velocidade. O treco é muito lento para exibir anúncios. Contei "de cabeça" que o mouse tem que ficar parado sobre o link por cerca de 1,5 a 2 segundos para que a janela seja exibida.
O segundo ponto é que clicar sobre o link não te leva automaticamente a uma página Buscapé, ela simplesmente abre a janelinha de exibição da publicidade (e este processo também é lento). Ou seja, aumenta ainda mais a distância em cliques entre o possível comprar e sua comissão. O usuário clica no link, espera, decide se quer ou não aquele produto que é exibido, clica no anúncio, vai a uma página de busca do buscapé, onde ele tem que decidir entre vários produtos, e finalmente clicar (ou não) em um produto.
Outra coisa que eu percebi é que aparentemente o javascript do Dynabox interfere no funcionamento do Boo-box e do Jquery, e por isso a elegante janela modal do Boo-box e alguns recursos do blog pararam de funcionar em páginas que o Dynabox.
Por isso, esta ferramenta que parecia tão promissora está sendo sumariamente limada do meu blog.
Uma coisa que eu acho engraçado é que as ferramentas fornecidas pelo próprio Buscapé parecem, ao meu ver, menos preocupadas em fornecer cliques ou compras válidos, apenas em conseguir exibição. Outras ferramentas feitas que utilizam os recursos fornecidos para fazer uma nova forma de exibição, por outro lado, são muito mais eficientes do que as originais.
Talvez o Buscapé revise estes pontos negativos, e eventualmente eu venha a experimentar novamente o Dynabox. Apesar de que tenho que me lembrar que o Buscapé não é lembrado na blogosfera pelo seu respeito ao afiliado...
[AtUALIZAÇÃO] Segundo o primeiro comentário abaixo, que não tenho dúvidas que partiu de alguém da equipe do Buscapé, foram implementadas melhorias no dynabox. Então voltei atrás e reinstalei o script na página. Afinal, todos têm direito a uma segunda chance.
A poucos minutos eu recebi um email do buscapé me informando da nova ferramenta deles, chamada Dynabox. É o que você vê na imagem abaixo.

É basicamente o mesmo funcionamento do hotwords, com algumas diferenças que, bem, fazem a diferença. Por exemplo, ele agrega muito mais palavras-chaves na página que o hotwords, que agrega apenas 3. Além disso, ele paga 0,25 centavos por clique, enquanto que o hotwords paga apenas 0,08.
Ao que tudo indica, será uma boa fonte de renda para blogs. Já coloquei em testes nos meus blogs, e espero que a concorrência faça o UOL se mover e nos oferecer mais vantagens, ou um valor de clique mais alto.
Existem duas coisas que adoro fazer. Uma delas é assistir Lost. A outra é ler. E nos últimos anos, particularmente, ler blogs e sites. Como os blogs são as principais fontes de informação para este misterioso seriado (que apesar de ter perdido o brilho para muitos, ainda me satisfaz enormemente), nada mais natural que uni-las.
Através do meu Agregador de Feeds eu assino os dois principais blogs de língua portuguesa que tratam de Lost: o Dude! We Are Lost e o Lost in Lost. (Meus leitores, inteligentes e antenados que são, com certeza sabem o que é RSS Feeds, XML Feed, Atom, etc. Mas se você é novato nesta coisa de blog, veja este vídeo que este parágrafo vai ficar mais claro.)
Ou melhor: eu assinava.
Hoje eu tomei a decisão de cancelar a assinatura do blog Lost in Lost, mantido habilmente pelo Carlos Alexandre Monteiro. Não tenho nada contra o blog, muito menos contra o Carlos (que sequer conheço além do seu trabalho no blog). Na verdade o blog dele está entre os melhores blogs sobre o seriado, sempre trazendo informações de maneira rápida e várias vezes ao dia, atrelada a uma opinião inteligente.
Mas acontece que o Feed disponível pelo blog, hospedado no Globolog (sistema de blogs da Globo) é simplesmente indigesto (não resisti ao trocadilho infame :P). Não sou o primeiro a reclamar, e provavelmente não serei o último.
Mas porque o RSS do Lost in Lost é tão ruim? Basicamente, porque sempre que um determinado post é editado, ele é marcado como um novo artigo, e acaba aparecendo duplicado no agregador. Para ficar mais claro, imagine que eu edite posteriormente este texto 5 vezes para corrigir algum erro de português ou adicionar um link qualquer. Quando você for checar no seu agregador, você espera encontrar apenas a versão mais recente da revisão.
Mas em vez disso, você encontra 5 cópias do artigo, cada qual com uma das alterações. Se forem alterações pequenas, é provável que você nem note as modificações, ou no meu caso, não tenha paciência para ficar analisando qual foi a mudança em cada página.
Além disso, o Feed da Globo tem o péssimo, execrável ato, de quando se clicar no link presente no título principal do texto, nos enviar para a página inicial do blog, em vez de lhe enviar para a página do artigo. Isso é incrivelmente incômodo para quem deseja comentar, e pode até impedir a ação, caso o artigo seja antigo.
(Tem outros motivos que nem vou contar, como por exemplo falta de suporte a pingback e trackback, comentários em uma janela popup, etc..)
Por causa destes motivos acima, resolvi abdicar de visitar o blog Lost in Lost, abrindo mão de informações rápidas, pelo simples conforto de não ter que lidar um Feed Globolog.
Isso foi um desabafo. Gostaria que encarassem como uma crítica construtiva, apesar de que (acho) nenhum visitante meu trabalhe ou tenha influência no setor de TI da Globo, para consertar este engano.
Já que estou botando a boca no trombone...
Bom, já que fiz este post cheio de críticas, vou fechá-lo com mais algumas, endereçadas ao sr. Carlos Alexandre Monteiro. Lá no início do texto eu afirmei que não tinha nada contra o blog Lost in Lost. Mas isso é apenas meia verdade.
A nível de qualidade de informação, não tenho o que reclamar. Ele atualiza o blog várias vezes ao dia, sempre trazendo informações frescas sobre Lost. Além disso, diferentemente da grande massa de blogs que apenas traduzem notícias de blogs extrangeiros, o Alexandre se preocupa em escrever a sua opinião sobre a informação, uma atitude genuína de blogueiro.
O Lost in Lost também possui um podcast, que sai sempre que tem um episódio novo, ou quando ele deseja comentar algo referente às mídias alternativas, do qual sou ouvinte, que é basicamente um resumo das notícias da semana comentadas. Recomendo também.
Mas o Alexandre possui alguns hábitos para com o Lost in Lost que eu considero pontos negativos. Por exemplo, ele prefere criar um único tópico, que ele vai atualizando com o passar das horas do dia, ao invés de criar vários tópicos curtos ao longo do dia.
A maioria sabe, que por mais que alguém goste de ler, ler no monitor não é uma das coisas mais agradáveis de se fazer. Ler textos imensos ou tópicos com muita informação, além de demandar tempo livre, é muito cansativo. Além disso, isso agrava o problema nativo do Feed do Globolog, gerando várias cópias de um texto imenso, fazendo com que eu desista automaticamente de lê-lo.
Minha outra crítica diz respeito ao podcast Lost in Lost. Apesar de adorá-lo, às vezes ele é muito monótono, pois ele é basicamente um monólogo do Carlos resumindo e comentando os episódios. Minha sugestão é que você encontre um parceiro para o podcast, ou faça entrevistas ocasionais, para deixar o programa mais dinâmico.
Volto a afirmar que gosto muito do blog, apesar de estar deixando visitá-lo regularmente (mas tentarei visitá-lo ocasionalmente), e que gostaria que o Carlos A. Monteiro encarasse este texto como uma crítica construtiva.
Minha sugestão é que ele troque de sistema de blog, se isso for possível. O Wordpress está aí para isso. Mas não sei se o Carlos possui alguma relação empregatícia com a Globo, o que o obrigaria a usar o sistema do Globolog, ou se simplesmente não seja possível trocar o sistema (mais provável).
Estou dando a minha opinião aqui, mas eu acho que seria interessante se o Carlos criasse um tópico em seu blog e discutisse isso com seus outros visitantes, e veja quais as opiniões dele para estes pontos que levantei, e se eles têm outras sugestões.
Agora vou deixar um link para este post em um tópico do Lost in Lost, pois o sistema do blog também não tem suporte a trackback...
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